Por Que Adoecemos: O Peso dos Personagens que Criamos

Nós adoecemos quando esquecemos quem somos para sustentar quem achamos que devemos ser.

 

A verdadeira fonte do adoecimento são os nossos personagens.

A Origem da Palavra Persona

A palavra persona vem do grego antigo e se referia às máscaras e fantasias que os atores usavam no teatro para desempenhar um papel diante do público. Na vida real, não é diferente: passamos os dias vestindo armaduras e papéis para sermos aceitos, amados ou validados.

 

O grande problema é que a fantasia é pesada.

O Custo de Sustentar um Personagem

Sustentar um personagem exige uma energia absurda. É o papel do “sempre forte”, do “perfeito”, do “infalível” ou daquele que “dá conta de tudo”. Mas o palco da vida cobra o seu preço. Ninguém aguenta carregar o peso de uma fantasia durante 24 horas por dia.

 

O colapso vem no camarim, quando as luzes se apagam. A hora em que você finalmente tira a máscara é o momento em que percebe o estrago: por baixo do disfarce, você está todo machucado. A pele está esfolada de tanto tentar se encaixar onde não cabia. A alma está exausta de mentir para si mesma.

O Caminho de Volta Para Si

Cuidar da saúde mental e emocional exige coragem para descer do palco. É preciso coragem para guardar o figurino, olhar no espelho e acolher a própria nudez, com todas as suas fragilidades.

 

O adoecimento cessa quando a máscara cai e a verdade do que somos finalmente ganha espaço para respirar.

 

Em terapia, esse é um dos processos mais transformadores que acompanho: o momento em que alguém para de performar e começa a simplesmente ser. Não é um processo fácil. Mas é o mais libertador que existe.

 

Você não precisa continuar carregando esse peso sozinha.



Se você sente que chegou a hora de tirar a máscara e se reconectar com quem você é de verdade, me chama. Também te convido para o meu grupo gratuito no WhatsApp:

 

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© 2025 Pamela Simeão